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Há oito anos, a prefeita Cleuza Pereira vem administrando o município de Salgueiro. Ao longo desse tempo, uma das coisas que sempre orientavam a sua administração era a transparência.

Recentemente, o atual presidente da câmara de vereadores, Alvinho Patriota (PT), devolveu um cheque que a prefeita tinha enviado para a Câmara, onde Alvinho afirmou que não precisava do mesmo para as despesas da Casa Epitácio Alencar.

Essa semana, Salgueiro foi, mais uma vez, notícia em vários jornais, pois diferente de vários municípios, como por exemplo, São José do Egito, os nossos representantes do poder fizeram uma audiência pública sobre a questão do aumento salarial dos cargos políticos.

Uma brilhante iniciativa de todos, pois ao mesmo tempo em que o portal da Secretaria de Defesa Social de Pernambuco publicou uma matéria sobre um arsenal de munições encontrado em uma residência de um cidadão na mais importante cidade do Sertão Central, vários jornais publicavam a notícia sobre o aumento dos salários com o título de democracia.

É bom lembrar que, quando citei a cidade de São José do Egito, para quem não se lembra, recentemente, a mesma foi notícia quando os vereadores aprovaram o aumento dos seus salários, “de portas fechadas”, dos atuais 2,8 mil para a bagatela de 8 mil.

Um dos maiores nomes da direita pernambucana está de saída da política. Este atende pelo nome de Roberto Magalhães.

O democrata que é sobrinho de Agamenon Magalhães, foi prefeito do Recife, Governador de Pernambuco e é atualmente, deputado federal pelo quarto mandato consecutivo.

Acho que Roberto Magalhães, caso disputasse novamente a eleição de 2010 para deputado federal, deveria ter uma reeleição tranquila. Porém, para não haver um possível desgaste, como aconteceu, por exemplo com Osvaldo Coelho (Petrolina) que perdeu em 2006, o ex-governador e ex-prefeito da capital pernambucana optou por desistir da próxima disputa.

Por falar na próxima eleição, alguns nomes como o de Cadoca, que recentemente disputou o pleito para prefeito de Recife, deveria também “jogar a toalha”, pois com a pífia votação que obteve para chefe do executivo, fica difícil se eleger até para deputado estadual.

A sucessão para Presidente da República já está em discussão, principalmente depois que o quadro municipal, já foi definido. Acontece que dentro do PSDB, há uma briga interna para ver quem disputa a vaga no Palácio do Planalto.

José Serra, governador de São Paulo e Aécio Neves, governador de Minas Gerais, são pré-candidatos do partido para a disputa presidencial. É bom lembrar que ambos são fortes candidatos para disputar com a candidata de Lula.

Mas, como em tudo na política tem que passar por um processo democrático, acredito que José Serra não aceita ser vice de Aécio e nem o inverso aconteceria, o que deve fazer com que um dos dois saia do partido para tentar disputar por outra coligação.

Num partido como o PSDB, que tem grandes caciques em favor da candidatura do governador paulista, é pouco provável que Aécio saia na cabeça da chapa.

O neto de Tancredo Neves se relaciona muito bem com Lula, o que poderia ser uma boa alternativa para o petista que não consegue fazer, nem com milagre, decolar o nome de Dilma Roussef.

 

Depois que a sempre complicada eleição dos Estados Unidos terminou com o resultado positivo para o presidente eleito Barack Obama, o mundo vive uma expectativa de dias melhores.

Obama é da mesma escola do ex-presidente americano Bill Clinton e sem dúvidas terá pela frente a missão de comandar e acalmar uma das maiores potências do Planeta. Em termos de economia, para a América Latina, não foi uma das escolhas melhores o democrata ter sido eleito, porém numa visão global, sem dúvidas o mundo estará mais aberto para diálogo.

John MaCcain, que é republicano e o candidato do atual presidente, J. Bush, não depositava muita confiança no povo americano nem muito menos no resto do mundo.  

O presidente Lula, que aqui no Brasil é “inimigo mortal” do democratas, comemorou a vitória do novo presidente americano, que a partir de agora, será um dos maiores líderes, senão o maior do mundo.  

Após o resultado das urnas no segundo turno, o partido do democratas, que até então estava caminhando para o seu sepultamento, encontrou um salvador, que atende pelo nome de Gilberto Kassab.

Kassab, que foi vice de José Serra até o começo de 2006, quando este abriu mão da prefeitura de São Paulo, para concorrer o palácio dos Bandeirantes, faturou o segundo turno da disputa da capital mais importante do país, derrotando a petista Marta Suplicy.

O atual prefeito reeleito de São Paulo “tirou o antigo PFL e atual democratas da UTI e o deixou na sala de observação”. Kassab, sem dúvidas é na atualidade, a maior liderança Pefelista do país.

É bastante visível a queda nas urnas desta sigla, uma vez que de PFL passou para DEM, para ver se conseguia parar de despencar. O fato é que o Democratas não está mais tão morto assim, pois comandar a prefeitura mais importante, em termos de sucessão presidencial, se torna “um aliado com um passe mais caro” do que muitos outros.